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19 novembro 2017

Agenda Maçônica - 20/11/2017

Nesta segunda-feira tem Sessão Maçônica nas seguintes Oficinas do Grande Oriente do Rio Grande do Norte:

NATAL
- Loja Fraternidade de Ponta Negra nº 19, Av. Praia de Muriú, 260,  Ponta Negra. R∴E∴A∴A∴

CEARÁ-MIRIM
- Loja Princesa dos Canaviais nº 22, Rua Santa Teresinha, 80, Conjunto Luiz Lopes Varela. R∴E∴A∴A∴

MOSSORÓ
- Loja João da Escóssia nº 09, Rua Felipe Camarão, 23, Bairro Doze Anos. R∴E∴A∴A∴

Hoje é o Dia da Bandeira

A bandeira é um dos símbolos máximos de uma nação, aquele que mais fica em evidência, que representa efetivamente o país. 
No mundo contemporâneo, todo Estado-nação possui uma bandeira nacional que representa e unifica diferentes povos. 
Dessa maneira, a instituição da comemoração do dia da bandeira no Brasil acrescentou mais um elemento simbólico na construção da identidade nacional.
Ela se efetivou em 19 de novembro e passou a fazer parte da história do país quatro dias após a Proclamação da República, no ano de 1889. 
Com o fim do período Imperial (1822-1889), a bandeira desenhada por Jean Baptiste Debret, que representava o império, foi substituída pelo desenho feito a quatro mãos por Décio Vilares, Raimundo Teixeira Mendes, Miguel de Lemos e Manuel Reis.
A substituição da bandeira imperial por uma bandeira republicana representou as mudanças que o Brasil passava naquele momento: mudanças na forma de governo e de governar, do regime imperial para uma república federativa. 
Além disso, a nova bandeira representava a simbologia que estava agregada ao republicanismo, como a ideia de um Estado-nação, o patriotismo e o surgimento do sentimento nacionalista, ou seja, a construção pelo povo brasileiro da identidade nacional.
Mesmo rejeitando o brasão imperial, os idealizadores tomaram o fundo verde e o losango dourado da bandeira imperial como base para o novo símbolo nacional.
No lugar do brasão, foi colocado um círculo azul marcado com as estrelas que seriam as mesmas do céu do Rio de Janeiro na noite de 15 de novembro de 1889 (essas estrelas seriam associadas posteriormente aos estados da Federação). 
Sobre o círculo azul, foi colocada uma faixa branca com a frase: “Ordem e Progresso”, uma referência ao pensamento do filósofo positivista francês Auguste Comte, cuja influência foi extremamente grande entre os republicanos brasileiros.
As cores de fundo da bandeira (o amarelo e o verde), por influência de alguns poetas românticos, também republicanos, e sobretudo por obra dos políticos que instituíram a República, passaram a se associar unicamente às características naturais do Brasil, como as florestas frondosas e a riqueza da flora e da fauna, representadas pelo verde, e as riquezas minerais, a opulência do ciclo do ouro, representados pela cor amarela. 
Originariamente, as cores amarela e verde foram escolhidas para compor a bandeira imperial com o objetivo de representar as duas casas aristocráticas que haviam instituído a primeira dinastia brasileira, isto é, a casa dos Habsburgo, da Áustria, e a casa dos Bragança, de Portugal. 
A primeira, representada pela cor amarela, pertencia à esposa de D. Pedro I, a imperatriz Leopoldina e a segunda, representada pela cor verde, pertencia o imperador, filho de D. João VI. 
Essas cores foram escolhidas pela própria imperatriz e indicadas àquele que elaborou a bandeira imperial, o pintor Jean-Baptiste Debret.
Essas transformações simbólicas pelas quais passou nossa bandeira nacional fazem do dia 19 uma ocasião importante para uma reflexão sobre a nossa história e a importância dos símbolos na compreensão do passado de uma nação.

Saudação Maçônica à Bandeira

Nas Sessão Magnas Brancas, com a presença de convidados não Maçons ao Templo, há o ritual de entrada e saída da Bandeira do Brasil.
A sua saída é precedida de uma saudação, proferida pelo Irmão Orador, com os os seguintes termos:

BANDEIRA DO BRASIL!
Auriflama de um país GRANDE pelo trabalho e pelo amor de seus filhos. 
ADMIRÁVEL pelas maravilhas de sua natureza.
OPULENTO pela exuberância de sua flora e riqueza de seu solo.
HOSPITALEIRO pela simplicidade e bondade de seu povo. 
PROMISSOR pelo brilhante futuro que assegura a todos os que produzem.
És emblema de uma Nação, mas também maçônico poderias ser, pois tens a forma retangular do Avental que usamos como símbolo do Trabalho. 
Porque o teu losango amarelo lembra o Olho da Sabedoria dominando o poder do ouro. 
A tua esfera central indica-nos a universalidade da Caridade Maçônica. 
O teu cruzeiro representa a doutrina rosacruciana do bem-fazer. 
Porque estas estrelas em campo azul rememoram a grandeza do Grande Arquiteto Do Universo.
BANDEIRA DO BRASIL, que acabastes de assistir aos nossos augustos trabalhos, como prova do respeito à tradicional regra que nos impõe o dever de amar e defender o teu solo, inspira com a tua divisa ORDEM E PROGRESSO a disciplina que assegura a Fraternidade e a Evolução, como Lei básica da perfectibilidade. 
Lábaro deste Brasil fecundo e prodigioso. 
Símbolo deste Brasil que sentimos como parte de nosso ser, de nossa vida. 
AURIVERDE PENDÃO, nós te veneramos e te defenderemos!
A Ordem Maçônica te glorifica! 
Os maçons do GRANDE ORIENTE DO RIO GRANDE DO NORTE te saúdam!

Curiosidades sobre 
a Bandeira do Brasil

Atualmente, além de normas específicas para as dimensões e proporções do desenho da bandeira nacional, existem várias outras regras em relação ao símbolo nacional:
- A restrição de que ela fique exposta à noite, a não ser que esteja bem iluminada (ainda que o costume seja hasteá-la de manhã e recolhê-la na parte da tarde);
- A obrigatoriedade de hasteá-la em órgãos públicos, escolas, secretarias de governo e demais repartições públicas em dias de festa ou de luto nacional, ou diariamente nos edifícios do governo. A bandeira nacional também fica exposta em congressos nacionais, encontros de governo e demais situações em que o Brasil é representado diante de outros países.
- Quando várias bandeiras são hasteadas em nosso país, a brasileira deve ser a primeira a chegar no topo do mastro e a última a descer;
- Quando uma bandeira brasileira fica velha, suja ou rasgada, deve ser imediatamente substituída por uma nova. A bandeira velha deve ser recolhida a uma unidade militar, que providenciará a sua queima no dia 19 de novembro;
- As constelações que figuram na Bandeira Nacional correspondem ao aspecto do céu, na cidade do Rio de Janeiro, às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889 (doze horas siderais) e devem ser consideradas como vistas por um observador situado fora da esfera celeste. (Incluído pela Lei nº 8.421, de 1992);
- As quatro cores da Bandeira Nacional representavam simbolicamente as famílias reais de que descende Dom Pedro I, idealizador da bandeira do império, a qual serviu de inspiração para a criação da Bandeira Nacional. Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro. Dentro deste contexto, o verde passou a representar as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul o seu céu e o branco a paz que deve reinar no Brasil;

Hino à Bandeira

O Hino à Bandeira surgiu a partir de um pedido feito por Francisco Pereira Passos, prefeito do Rio de Janeiro na época, ao poeta Olavo Bilac. 
O pedido era que o poeta compusesse algo que fosse uma homenagem à bandeira nacional. 
A criação da melodia apropriada ficou a cargo do professor Francisco Braga, da Escola Nacional de Música. 
O hino foi adotado pela prefeitura do Rio de Janeiro em 1906, passando a ser cantado em todas as escolas da cidade.
Com o tempo, a execução do hino foi se estendendo a corporações militares e demais unidades da federação, tornando-se, por fim, o Hino à Bandeira Nacional.

Hino à Bandeira Nacional 
(clique acima pra ouvir)

Letra: Olavo Bilac

Música: Francisco Braga

Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra

em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas

Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra

Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,

Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!

Recebe o afeto que se encerra

Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,

Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!

Recebe o afeto que se encerra

Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! 

17 novembro 2017

Agenda Maçônica - 17/11/2017

Nesta sexta-feira tem Sessão Maçônica nas seguintes Oficinas do Grande Oriente do Rio Grande do Norte:

NATAL


- Loja Clementino Câmara nº 07, Rua Forte dos Reis Magos, 1173 - Dix-Sept Rosado - R∴E∴A∴A∴




- Loja Cavaleiros de Aço nº 30, Rua Antonio Basílio, 3503 - Lagoa Nova - R∴E∴A∴A∴

15 novembro 2017

Agenda Maçônica - 16/11/2017

Nesta quinta-feira tem Sessão Maçônica nas seguintes Oficinas:


PAU DOS FERROS

- Loja 13 de Setembro nº 13, Rua Carloto Távora, 1117 - Centro - R∴E∴A∴A∴

JARDIM DO SERIDÓ

- Loja União Jardinense nº 14, Rua Dr. Ruy Mariz, 202 - R∴E∴A∴A∴
NATAL
- Loja Padre Miguelinho nº 03, Rua Presidente Bandeira, 326 - 1º Andar - Alecrim - R∴E∴A∴A∴
- Loja Rio Potengi nº 28, Rua Itapagé, 2691, Panatis - R∴E∴A∴A∴
- Loja Emídio Fagundes nº 06, Rua Antonio Basílio, 3503 - Lagoa Nova - R∴E∴A∴A∴
ASSU
- Loja Fraternidade Assuense nº 11, Rua Professor Luiz Antonio, 595 - Centro - R∴E∴A∴A∴

A Proclamação da República e a Maçonaria

Representação gráfica da Proclamação da República
Waldir Ferraz de Camargo

A Maçonaria esteve presente em todos os principais acontecimentos históricos do Brasil e que culminaram no país que hoje vivemos. Diferente não poderia ser a sua participação na Proclamação da República. 
“A partir de hoje, 15 de Novembro de 1889, o Brasil entra em nova fase, podendo se considerar finda a Monarquia, passando a regime francamente democrático com todas as consequências da liberdade.” Assim iniciava o editorial da Gazeta da Tarde, anunciando o levante político-militar que instaurou a forma republicana presidencialista de governo no Brasil, pondo fim à soberania do imperador D. Pedro II. 
Esse fato histórico, talvez o mais importante do país, teve como líderes e idealizadores maçons ilustres que hoje figuram nos livros de História, tais como Marechal Deodoro da Fonseca, Benjamim Constant, Rui Barbosa, Silva Jardim, Campos Sales, Quintino Bocaiuva, Prudente de Morais, Aristides Lobo e muitos outros. 
A idéia republicana já era antiga no Brasil. Esteve presente na Guerra dos Mascates (1710), na Inconfidência Mineira (1789), na Revolução Pernambucana (1817), na Confederação do Equador (1824) e na Revolução Farroupilha (1835). O país clamava pela República e sua proclamação era uma questão de tempo. 
O Império estava desgastado e vagarosamente ruía, principalmente após a Guerra do Paraguai (1870) quando o Brasil, mesmo sendo vitorioso, não soube valorizar o Exército, seu principal agente, causando grande descontentamento na classe militar. A Igreja, por sua vez, queria a liberdade, pois se encontrava submetida ao padroado imperial.
Outro fato importante que fez com o Império perdesse sua sustentação foram as leis antiescravagistas: a do Ventre Livre (1871), Sexagenários (1885) e Áurea (1888), fervorosamente defendidas nas Lojas Maçônicas. Entrelaçando esses e outros fatos, a Maçonaria - através das Lojas Vigilância de São Borja (RS), Independência e Regeneração (ambas de Campinas) - aprovou um manifesto contrário ao advento de um terceiro reinado e o enviou a todas as demais lojas do Brasil, para que tomassem conhecimento e apoiassem essa causa. Mais uma vez a Maçonaria estava à frente liderando um movimento democrático. 
Em 10 de novembro, na casa de Benjamim Constant, diversos maçons se reuniram, entre eles Francisco Glicério e Campos Sales, decidindo marcar para o dia 20 a tomada do poder, tendo à frente o militar de mais alta patente, o marechal Deodoro da Fonseca, que seria o primeiro presidente da República. A data teve de ser antecipada em face de um boato ardilosamente arquitetado de que o governo havia mandado prender Deodoro da Fonseca. Realmente era um boato: a prisão não se concretizou. 
Assim, na manhã do dia 15, Deodoro, que estava doente em sua casa, atravessou o Campo de Santana e do outro lado do parque conclamou os demais revolucionários ali aquartelados. Ofereceram-lhe um cavalo, ele o montou e, segundo testemunhas, tirou o chapéu e gritou: “Viva a República!”. Depois apeou, atravessou o parque e voltou para sua residência. Na tarde do mesmo dia o ato foi confirmado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro e oficialmente proclamada a República do Brasil. 
Justiça se faça ao então imperador D. Pedro II, um homem culto, ponderado, também maçom, que, contrariando a opinião pública, não lutou pelo trono, pois não queria ver derramamento de sangue, reconhecendo que para o Brasil este seria seu novo e melhor destino. Numa atmosfera que se desenhou entre o pasmo e o temor dos monarquistas e admiração dos sensatos, passados apenas dois dias o imperador partiu com toda sua família para a Europa, levando com ele meio século de história do Brasil Imperial, deixando renovadas as esperanças de se construir uma nova nação, com bases nos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, cercada pela bonança esperançosa da paz.

Licenciado em história, funcionário público estadual e membro da Loja Maçônica “Deus, Pátria e Família”, de Bauru-SP

Loja Obreiros de Santos Reis comemora 6º aniversário

Sereníssimo Ozair Pinto Filho e Venerável Paulo William Garcia
Com a presença dos Irmãos do quadro e de representações de várias Lojas de Natal e de outros Orientes, a Loja Obreiros de Santos Reis realizou Sessão Magna Branca ontem no tempo da Loja Pe. Miguelinho, comemorando o seu 6º aniversário de fundação.
Os trabalhos, no Rito Brasileiro, foram presididos pelo Venerável Mestre Paulo William Alves Garcia, e prestigiados pelo Grão-Mestre Adjunto José Ozair Pinto Filho, presidente da Assembleia Legislativa Maçônica Severino Nogueira de Melo, presidente Tribunal Eleitoral Maçônico George Heronildes Macedo, Veneráveis Mestres de outras Lojas, Grandes Secretários, cunhadas e convidados.
A Sessão teve como ponto alto a palestra do Irmão Aldo Tinoco Filho, obreiro da Loja Emídio Fagundes, que falou sobre Benefícios da Água do Mar, tem que pretendeu a atenção de todos e obteve grande repercussão entre os presentes.
Depois da palestra houve a entrega de diplomas e medalhas a Irmãos e cunhadas, seguindo-se um jantar com música ao vivo no Salão de Banquetes da Loja Pe. Miguelinho.
O Blogue do GORN registrou a Sessão e publica, abaixo, algumas imagens:
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Sábado tem Baile Maçônico em Ceará-Mirim


A programação festiva pelos 30 de fundação da Loja Princesa dos Canaviaisserá encerrada neste sábado, dia 18 de novembro, com a realização do o I Baile Maçônico de Ceará-Mirim.
A festa começará às 22h00, no Clube Centro Esportivo e Cultural, e deve reunir Irmãos de vários Orientes, que estão se organizando em caravanas para prestigiar o evento.
A mesa para a festa custa R$ 100,00, e senha Individual R$ 25,00. 
Duas atrações musicais animarão o I Baile Maçônico de Ceará-Mirim: Shygeak Sérgio e Joãozinho Sobral & Banda Kairus.
A organização da festa está sob a responsabilidade do Venerável Mestre Antonio Inácio de Souza e sua diretoria.

14 novembro 2017

Conselhos do GORN se reunirão dia 2 de dezembro

Soberano Antônio Gomes (centro) preside o Conselho de Veneráveis
O ano maçônico no Grande Oriente do Rio Grande do Norte caminha para o seu final, e culminará com a realização das reuniões ordinárias do Conselho de Veneráveis e do Conselho Geral, bem como o jantar de confraternização entre os Irmãos, cunhadas e convidados.
Estes eventos estão previstos para o dia 2 de dezembro.
As reuniões ocorrerão no Templo da Loja Emídio Fagundes, a partir das 10h00 e o jantar será realizado na casa de recepções Gilson Buffet, a partir das 20h00.
As senhas para o jantar já foram distribuídas entre os Veneráveis Mestres durante a última reunião realizada em Nova Cruz, com a recomendação expressa do Grão-Mestre Antônio Gomes de que o GORN não receberá devolução.
As Lojas Maçônicas ainda deverão doar cinco brindes, que serão sorteados entre os Irmãos e cunhadas  durante o jantar, bem como arrecadar entre os Obreiros roupas usadas que serão doadas a entidades filantrópicas.

Agenda Maçônica - 14/11/2017

Nesta terça-feira tem Sessão Maçônica nas seguintes Oficinas:


NATAL
- Loja Obreiros de Santos Reis nº 31, Rua Presidente Bandeira, 326, Alecrim, no Templo da Loja Pe. Miguelinho - R∴B∴
Hoje, haverá Sessão Magna Branca, comemorando os seis anos de fundação da Oficina, com palestra a ser proferida pelo Ir:. Aldo Tinoco Filho, com o tema Benefícios da Água do Mar. Depois, a Loja oferecerá um jantar aos participantes.
- Loja União e Vitória nº 20, Parnamirim, Rua Antonio Lopes Chaves, 256, Parque do Pitimbú - R∴E∴A∴A∴ 

- Loja Bartolomeu Fagundes nº 08, Natal, Rua Alexandrino de Alencar, 1247 - Tirol - R∴E∴A∴A∴ 
Os Irmãos participarão da Sessão Magna Branca da Loja Obreiros de Santos Reis.


- Loja Hegésippo Reis de Oliveira nº 10, Natal,  Rua Presidente Quaresma, 1119 - Lagoa Seca - R∴E∴A∴A∴
Os Irmãos participarão da Sessão Magna Branca da Loja Obreiros de Santos Reis.

APODI

- Loja Vale do Apodi nº 17, Rua Albanisa Barbosa, nº 100 - Cj IPE, BR 405, Km 75 - R∴E∴A∴A∴

MOSSORÓ
- Loja Bet-El nº 12, Rua Edmar Francisco Pereira, s/n, Aeroporto - R∴Y∴
MACAU
- Loja 27 de Dezembro nº 04, Rua São José, 306, Centro - R∴E∴A∴A∴
NOVA CRUZ
- Loja União do Agreste nº 15, Rua 1º de Maio, s/n - R∴E∴A∴A∴

PARELHAS

- Loja Cirilo Santos nº 16, Rua Daniel Gomes de Oliveira, 44 - R∴E∴A∴A∴
CAICÓ
- Loja Frank Shermann Land nº 27, Rua Juarez Távora, 1403, Mainard - R∴E∴A∴A∴
AREIA BRANCA
- Loja Coronel Fausto nº 05, Rua Maria Lúcia de Góis, 26 - IPE - R∴E∴A∴A∴

13 novembro 2017

Loja Obreiros de Santos Reis comemora 6º aniversário de fundação nesta terça-feira

A Loja Obreiros de Santos Reis, uma das mais novas do Grande Oriente do Rio Grande do Norte, vai comemorar amanhã, durante Sessão Magna Branca, seis anos de fundação e bons serviços prestados à Maçonaria e ao povo norte-rio-grandense.
A Sessão será realizada no templo da Loja Padre Miguelinho, a partir das 20h00.
Ir:. Aldo Tinoco Filho
A programação prevê a realização de uma palestra pelo Irmão Aldo Tinoco Filho, ex-prefeito de Natal, engenheiro sanitarista e mestre em Engenharia Sanitária e Recursos Hídricos, que vai falar sobre Benefícios da Água do Mar.
Depois da Sessão Magna, o Venerável Mestre Paulo William Alves Garcia vai receber os Irmãos, Cunhadas e demais convidados no Salão de Banquetes da Loja Pe. Miguelinho, situado na Rua Presidente Bandeira, 326, 1º Andar, no Alecrim.
A Loja Obreiros de Santos Reis foi fundada em 12 de novembro de 2011, e funciona no Rito Brasileiro.
O Rito Brasileiro foi fundado pelo Irmão Lauro Sodré em 21 de dezembro de 1914, e engloba uma história de ideais, principalmente o fato de que "a  Maçonaria é universal, mas o Maçom tem uma Pátria".