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28 novembro 2010

ARTIGO


A letra “G”

Para os Maçons operativos britânicos, a letra “G” significava apenas Geometry (Geometria), ciência que tinha importância capital na construção dos edifícios, razão pela qual era um dos grandes segredos da arte de construir e, por conseguinte, não acessível aos iniciantes, podendo-se dizer que a geometria era uma espécie de sinônimo de Maçonaria.

Quando da transformação da Maçonaria Operativa em Especulativa, todos os instrumentos utilizados na construção passaram a ter um significado simbólico, de cunho moral. Assim, associou-se a construção de edifícios através da Geometria com a construção do universo através da ciência divina. Os Maçons Operativos construíram edifícios; os Maçons Especulativos construíram a sociedade; e Deus tudo construiu.

Dessa forma, o “G” de Geometry (Geometria) passou a significar também God (Deus), mas com um único sentido, o de Deus, pois da mesma forma que os Maçons eram os geômetras das construções, Deus era o Grande Geômetra do Universo, forma pela qual a divindade é denominada até os nossos dias pela Maçonaria inglesa e bem como pela Maçonaria norte-americana.

Assim, em discordância com muitos autores e maçonólogos, podemos afirmar que é uma mera coincidência o fato da palavra Deus, em alguns idiomas, iniciar pela letra “G” pois tais idiomas ou povos nada representavam, na época, para a Maçonaria. Além disso, para as línguas latinas, Deus, Dieu, Dios, Dio iniciada pela letra “D”, que eventualmente poderia substituir o “G” nos países que falam tais idiomas, o que não ocorreu.

As mais antigas informações que temos sobre a letra “G” estão explicitadas nos catecismos contidos nas Exposures, que começaram a partir de 1730. Nos manuscritos “Edinburg Register House”, datado de 1696 onde se encontram relatadas três distintas versões, nada existe sobre a letra “G”. Na exposure do Irmão Samuel Prichard datado de 1730, a letra “G” aparece na parte dedicada ao Grau de companheiro com uma série de 33 perguntas e respostas, algumas reproduzidas abaixo:
P: - Você é um Companheiro?
R: - Sim, sou.
P: - Como você foi feito um Companheiro?
R: - Pela causa da letra “G”.
P: - O que significa a letra “G”?
R: - Geometria, ou quinta ciência.
P: - Quando você entrou no meio, o que você viu?
R: - A semelhança da letra “G”.
P: - O que a letra “G” simboliza?
R: - Aquele que é maior que você.
P: - Quem é maior do que eu, que sou um Maçom Livre e Aceito e o Mestre de uma Loja?
R: - O Grande Arquiteto e Construtor do Universo, ou Ele que está presente, no píncaro do Templo Sagrado.
P: - Você pode repetir a letra “G”?
R: - Eu empreenderei todos os meus esforços para repetir a letra “G”. No Templo de Salomão fica a letra “G” exposta para se ler e ver. Mas poucos são os que entendem o que a letra “G” significa.
P: - Meu Amigo, se você pretende ser um de nossa fraternidade, você deve, sem demora e corretamente, dizer qual é o significado da letra “G”.
R: - Pelas quatro letras e quinta ciência.

Outro manuscrito, o de Wilkson, datado de 1727, contém apenas o seguinte texto:
P: - O que está no centro da Loja?
R: - A letra “G”.
P: - O que ela significa?
R: - Geometria.”

Em um outro catecismo datado de 1740 existem as seguintes perguntas e respostas:
“P: - Para que você foi recebido Maçom?
R: - Pela presença da letra “G”.
P: - Qual o seu significado?
R: - Geometria.
P: - Por quê Geometria?
R: - Porque é a raiz e os fundamentos de todas as artes e ciências.”

Esse diálogo só aparece em citações; o original perdeu-se nas brumas do tempo. Como se dá para notar, em 1740, ainda era a Geometria o significado da letra “G”. Uma nota explicativa desse diálogo, diz o seguinte: “Você pode observar que a letra “G” está localizada no centro da Loja”.

Para um símbolo que ficou na prateleira, no esquecimento, em desuso por um longo período de quase 50 anos, a letra “G”, na Maçonaria Especulativa, recuperou-se de forma tal, de tal maneira que acabou se tornar o principal símbolo do Grau de Companheiro.  Significando Geometria ou Quinta Ciência, ela passou a ser a causa, o motivo principal, pelo qual os Aprendizes são passados ao Grau de Companheiro especialmente no Rito York.

Extraído das pp. 264-270 do livro "O Rito York: O Simbolismo - Companheiro Maçom - Autoria: Hugo Borges & Sergio Cavalcante - Edição 2010 - Editora Clube de Autores"

O QUE É MAÇONARIA?

Alguns Princípios da Maçonaria

A Maçonaria é a instituição orgânica da moralidade.
Seus princípios são a Moral Universal e a Lei Natural, ditadas
Pela razão e definidas pela Ciência; reconhece um Ser Supremo;
Não admite debates acerca das religião, raça ou política.

A instituição é uma e indispensável e seus ensinamentos se
Comunicam, em três graus: Aprendiz, Companheiro e Mestre.

A Maçonaria respeita a organização civil e política do país em que vive.

Aprecia nos homens o mérito pessoal, não a classe social,
Ou a Antiguidade em seu seio, todos os irmãos são iguais,
Sem que a Instituição despoje de seus méritos civis ao que possua.

Somente podem ser recebidos maçons, os homens livres
e de bons costumes e de idade adulta.

Os Maçons têm o dever de conduzir-se, moral e
Decorosamente, dentro e fora da Loja; dão-se mutuamente o
Titulo de “Irmãos”; devem amar-se fraternalmente,
proteger-se, e viver em harmonia.

Hoje na História – 28 de novembro


28/11/1934 - Em Londres, Winston Churchill exige, na Câmara dos Comuns, o fortalecimento da força aérea britânica em face de uma possível guerra com a Alemanha.

28/11/1935 - A Alemanha nazista declara que todos os homens alemães arianos de 18 a 45 anos devem ser reservistas do exército.

28/11/1582 - William Shakespeare, famoso poeta e escritor britânico, casa-se com Anne Hathaway.

28/11/1956 - Nacionalizada a Sociedade Anônima Brazilian Telephone Company, sob a denominação de Companhia Telefônica Brasileira.

28/11/1954 - Morre Enrico Fermi, o físico italiano Prêmio Nobel de 1938.

28/11/1941 - Na Abissínia, o general italiano Nasi assina a capitulação do Exército fascista.

28/11/1912 - Na Albânia, a Assembléia Nacional proclama a independência do país após mais de 400 anos de governo turco.

28/11/1907 - Primeiro-ministro belga, M. de Tooz, assina um tratado de cessão do Congo à Bélgica.

28/11/1868 - Na Itália, entra em erupção o vulcão Etna, localizado na costa oriental da Sicília.

28/11/1821 - O Panamá declara a sua independência da Espanha e se une à República da Colômbia.

28/11/1520 - A frota de Fernão de Magalhães chega ao Oceano Pacífico.

28/11/1919 - Na Inglaterra, Lady Astor torna-se a primeira mulher a ser eleita para a Câmara dos Comuns.

27 novembro 2010

PRA DESCONTRAIR

Pantera não pode pegar em peso: vai mijar nas calças

O Irmão José Gentil Filho, conhecido como Pantera, caicoense que mora em Natal, taxista e membro da Loja Padre Miguelinho, estava entre os mais de 60 amigos que foram prestigiar o conterrâneo Rubinho Lucena nas festas que marcaram os seus 60 de vida, em Brasília.
Depois de três dias de farra, já de volta a Natal, queixou-se com Rita, a esposa, de uma dor danada no ombro, descendo pelo braço e também pelo espinhaço, terminando perto do osso do mucumbú.
Era um dor tão forte, que Pantera não conseguia nem levantar o braço.
- Rita, o que é que eu faço, criatura de Deus?
- Vá a doutor Assizinho, homem! 
Pantera foi.
Lá no consultório, entre um lero e outro, Assizinho Rufino - médico caicoense que atende na Cidade Satélite, em Natal - diagnosticou uma bursite.
Bursite é  uma inflamação da bursa, pequena bolsa que envolve as articulações e funciona como amortecedor entre ossos, tendões e tecidos musculares.
Afeta os ombros, cotovelos, quadris e joelhos, mas principalmente o ombro, por causa da grande quantidade de bursas lá, e incomoda muito!
Descoberto o incômodo, Assizinho prescreveu antiinflamatórios, relaxantes musculares, aplicações de gelo e redução dos movimentos da área afetada, e, com ar de extrema gravidade, fez a recomendação final e definitiva:
- Pantera, você está proibido de pegar em peso!
O Irmão Pantera questionou na mesma hora:
- Doutor, e como é que eu vou mijar?
Publicado originalmente no Bar de Ferreirinha

ARTIGO


As férias Maçônicas
José Castellani

O período de férias Maçônicas é uma invenção brasileira do século XX e que vem sendo cada vez mais "esticado", para satisfação daqueles que crêem que trabalho maçônico é estafante. No Grande Oriente do Brasil temos, o alentado período de 30 dias - 20 de dezembro a 20 de janeiro - e na Grande Loja, o período de 20 de dezembro a 6 de janeiro - para que os "cansados" maçons repousem de seu pesado trabalho simbólico de operário. Isso, todavia, nem sempre aconteceu. Consultando antigos livros de atas, pode-se constatar que as Lojas não paravam seus trabalhos nem no Natal, ou na passagem de ano. Tomemos, para exemplo, alguns casos:

1. Na Loja Amizade, de São Paulo, dois padres (padres, vejam bem!), Manoel Joaquim Gonçalves de Andrade e José Joaquim dos Quadros Leite, foram iniciados a 25 de dezembro de 1832. No dia 30 de dezembro, foi iniciado o padre José Joaquim Rodrigues. E o templo da Loja, à rua Tabatinguera, foi inaugurado no dia 3 de janeiro  de 1873.
2. Na Loja Piratininga, de São Paulo, a 23 de dezembro de 1912, era aprovada a proposta de que se alugasse o novo prédio da Loja, à rua Líbero Badaró, à firma Luiz Osório e Cia., por quatro contos de réis mensais, com contrato por cinco anos. A 8 de janeiro de 1890, era aprovado, em sessão econômica, um voto de congratulações pela escolha do marechal Deodoro da Fonseca para o Grão-Mestrado do Grande Oriente do Brasil.
3. A Loja Fé e Perseverança, de Jaboticabal, promoveu a sua sessão de regularização a 5 de janeiro de 1890.
4. A Loja Monte Líbano, de São Paulo, realizava uma sessão magna para iniciação de Júlio dos Santos Martins, português, agente comercial, a 31 de dezembro de 1914.
5. A Loja União Paulista, de São Paulo, iniciava, a 7 de janeiro de 1924, o negociante italiano Francisco Maurano. A mesma Loja, a 27 de dezembro de 1928, iniciava o comerciante italiano Carlos Castellani.
6. A Loja Fraternidade, de Santos - que, em 1915, fez fusão com as Lojas Renascença II e Cinco de Abril, formando a Fraternidade de Santos - em sessão de 31 de dezembro de 1955, resolvia que, na procissão em louvor a São Benedito, a Loja se faria representar com a imagem de S. João, a ela pertencente, a qual seria transportada e acompanhada pelos obreiros do quadro.

A partir do final do século passado, algumas Lojas começaram a fazer um pequeno hiato em seus trabalhos, da véspera de Natal até ao Dia de Reis, 6 de janeiro. Posteriormente, porem, iria haver um aumento, em uma Obediência (que iria se estender às demais e até ser esticado) de forma pitoresca: a 25 de janeiro de 1955, último dia dos festejos do 4º Centenário da cidade de São Paulo, era inaugurado o Edifício-Sede do Grande Oriente de São Paulo, à rua São Joaquim, cuja construção fora iniciada em 1948.

Para os padrões da época, o prédio era opulento: 2.320 (dois mil trezentos e vinte) metros quadrados de construção; quatro templos para trabalho de 24 Lojas e mais um templo nobre; um sub-solo e mais três andares, servidos por elevador Atlas; templos aerificados, através de um sistema de insuflação de ar fresco, produzido por ventiladores centrífugos de baixa pressão e rotação com motores elétricos de 5 a 10 HP, para expulsar o ar viciado e quente, que era aspirado para o exterior através de ventiladores bi-helicoidais, com funcionamento automático; abastecimento de água através de dois reservatórios de concreto, um no sub-solo, com capacidade para 10.000 litros e outro no último andar, com capacidade para 4.000 litros; dez instalações sanitárias completas; oito Câmaras de Reflexão, com dispositivo para se ver, de fora, o que se passa dentro, sem que, do interior, se perceba.

Evidentemente, um prédio tão grande e complexo é de difícil manutenção, e essa dificuldade é agravada pelo grande número de pessoas que por ali circulam e que ajudam a deteriorar a construção. E foi isso que aconteceu, em pouco tempo, pois, menos de três anos depois de sua inauguração, o edifício já necessitava de reparos. Diante disso, o Grão-Mestre Benedito Pinheiro Machado Tolosa, professor de Obstetrícia da Faculdade de Medicina de S. Paulo, emitia, a 9 de dezembro de 1957, o Ato No. 146, estendendo as férias maçônicas - que, então, iam de 24 de dezembro a 6 de janeiro - até ao dia 18 de janeiro, diante da necessidade de se proceder a reparos, limpeza geral e pintura parcial do Edifício-Sede. Nos dois anos seguintes, pelo mesmo motivo, elas foram estendidas até ao dia 20.

E a coisa acabou, rapidamente, se tornando tradicional, mesmo que os motivos tenham sido esquecidos e mesmo que nem se pense em reparos e pinturas, chegando, mesmo, até às Constituições do Grande Oriente do Brasil, as quais, antigamente, eram omissas, não fazendo qualquer alusão a férias. Acabou, além disso, chegando a outras Obediências, que, até, talvez adorando a idéia, esticaram mais ainda as tais "férias", dando, inclusive, um "extra" no mês de julho, como se os maçons fossem aluninhos de escolas infanto-juvenis, com direito a férias de verão e férias de inverno. Os maus exemplos, geralmente, frutificam, ou seja: passarinho que anda com morcego acaba dormindo de cabeça para baixo.

E, até hoje, não apareceu ninguém para extirpar essa prática, que é esdrúxula, porque o trabalho maçônico é constante e ininterrupto, como o de outras entidades filosóficas, iniciáticas, assistenciais e de aperfeiçoamento do Homem (seria, realmente, cômico, se a Igreja, por exemplo, entrasse em férias). Coisas como essa é que desgastam a Maçonaria brasileira, reduzindo-a à condição de simples clube, ou sociedade recreativa, o que contribui para corroer a sua credibilidade pública.

Como, notoriamente, o uso do cachimbo faz a boca torta, será difícil acabar com essa invenção, pois as justificativas são muitas: uns alegam que é preciso dar férias aos funcionários da Obediência e das Lojas, esquecendo-se de que qualquer empresa, ou sociedade, dá férias aos seus funcionários, sem fechar as suas portas. Outros, no exercício do mais profundo egocentrismo, justificam as tais férias (inclusive as de inverno), com a necessidade de aproveitar as férias escolares e viajar com a família, esquecendo-se - intencionalmente, é claro - de que, se os filhos têm três meses de férias escolares, qualquer trabalhador tem, no máximo, 30 dias, a não ser que seja um nababo miliardário, ou um desocupado crônico. Além disso, muitos maçons, já maduros e sem filhos em idade escolar, gostariam de freqüentar os trabalhos maçônicos, constantemente, mas são tolhidos pela ditadura egoísta dos que acham que, se eles não podem freqüentar, os outros também não podem.

Hoje na História – 27 de novembro


27/11/1956 - Nos Jogos Olímpicos de Melbourne na Austrália, o brasileiro Adhemar Ferreira da Silva (foto) se torna bicampeão olímpico no salto triplo.

27/11/1907 - O aviador Santos-Dumont estabelece o primeiro recorde de velocidade aérea, voando 220 metros em 21 segundos.

27/11/1992 - O governo da Venezuela esmaga uma tentativa de golpe de estado por soldados rebeldes. Cinquenta pessoas morrem e centenas ficam feridas.

27/11/1992 - A Alemanha proíbe atividades neonazistas no país.

27/11/1907 - Major Cândido Rondon conclui a ligação telegráfica entre o Rio e a Amazônia, via Mato Grosso, penetrando 997 km pela selva.

27/11/1990 - O Partido Conservador britânico escolhe John Major para suceder Margaret Thatcher como líder do partido e primeiro-ministro do país.

27/11/1990 - Salman Rushdie, autor de “Versos Satânicos”, que vivia escondido desde a ameaça de morte feita pelo Aiatolá Khomeini, reaparece.

27/11/1952 - Em Praga, 11 antigos líderes comunistas são condenados à morte.

27/11/1949 - A Índia adota nova Constituição.

27/11/1935 - No Rio de Janeiro, tropas do governo dominam rapidamente a revolta militar comunista que ficou conhecida como Intentona Comunista.

27/11/1934 - Na Romênia, o exército interdita todas as associações comunistas.

27/11/1915 - A Sérvia perde a região de Amsel.

26 novembro 2010

ANIVERSÁRIO

Ao lado da esposa e filhas, Ozair apaga a velinha

Ozair Filho reúne amigos e familiares 
para comemorar 45 anos de vida

O Irmão Jose Ozair Pinto Filho, da Loja Maçônica Padre Miguelinho e futuro Venerável da Loja Clementino Câmara, ambas do GOIERN, completou ontem, dia 25 de novembro, 45 anos de idade.

A comemoração ocorreu na área de lazer da Loja Clementino Câmara, onde Ozair reuniu familiares e amigos para uma feijoada light, com musica ao vivo, bancada de frutas tropicais, cerveja e refrigerante, alem da canja de alguns Irmãos que tocaram e cantaram para os convidados.

Irmãos de várias Lojas Maçônicas prestigiaram o aniversário de Ozair, inclusive o Soberano Grão Mestre Fernando Paiva, o ex-Soberano João Batista Coringa, deputados, mestres, veneráveis, entre outros.

Abaixo, algumas imagens da festa feitas pelo Blog do GOIERN, que tambám capturou a alegria do aniversariante com a presenca de tantos amigos na festa.

O album completo você confere clicando AQUI.

AGENDA MAÇÔNICA - 26/11/2010

Hoje é dia de Sessão Maçônica nas Oficinas abaixo:

Aug:.Resp:.Loj:.Simb:.Clementino Câmara nº 07
Fundada em 04/07/1958 - Rito Escocês Antigo e Aceito 
Sessões às 20h00
Endereço: Rua Forte dos Reis Magos, 1173, Dix-Sept Rosado
CEP 59.062-150 – Natal-RN

Aug:.Resp:.Loj:.Simb:.Acácia do Seridó nº 25
Fundada em 15/08/1998 - Rito Escocês Antigo e Aceito 
Sessões às 19h00
Endereço: Largo do Gargalheiras, s/n
CEP 59.370-000 – Acari-RN

Hoje na História – 26 de novembro


26/11/1807 - A corte portuguesa decide se transferir para o Brasil fugindo da invasão francesa que ameaçava Lisboa. No quadro acima, o artista retrata a chegada da Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro.

26/11/1942 - Estréia no Hollywood Theather de Nova Iorque, o filme “Casablanca”, talvez o filme mais amado da história do cinema.

26/11/1934 - Começa a funcionar no Rio Grande do Sul, a primeira refinaria brasileira de petróleo, a Destilaria Rio-Grandense de Petróleo.

26/11/1964 - O governador de Goiás, Mauro Borges, é destituído do cargo.

26/11/1963 - Na Coréia do Sul, ocorrem eleições legislativas após 28 meses de governo militar.

26/11/1950 - A China ingressa na Guerra da Coréia, lançando uma contra-ofensiva contra soldados dos Estados Unidos, Coréia do Sul e Nações Unidas.

26/11/1948 - Em Dublin, o Parlamento decide proclamar a independência total da Irlanda.

26/11/1945 - Em Nova Iorque, ocorre um encontro histórico de músicos de jazz, reunindo, entre outros, Miles Davis e Max Roach.

26/11/1941 - Durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos exigem que o Japão deixe o território chinês.

26/11/1930 - O governo Vargas cria o Ministério do Trabalho e Lindolfo Collor assume a pasta.

26/11/1910 - Acaba a Revolta da Chibata: marinheiros entregam a esquadra.

26/11/1907 - O Coronel Gustavo Lima ataca Lavras, no Ceará, e derruba seu irmão Honório.

25 novembro 2010

PENSATA


Quem Somos? De onde Viemos? Para Onde Vamos?
Daniela Alvim

Em nossos corpos sutis localizam-se cinco portais energéticos que uma vez ativados nos conduzem pelo caminho da individuação, permitindo uma crescente conscientização da jornada evolutiva de nossa alma. Estes portais, segundo a filosofia do Sistema de Cores Aura-Soma, denominam-se: Estrela da Terra, Estrela da Encarnação, Estrela da Alma, Ananda Khanda e Esmeralda do Coração. As três estrelas contêm os registros passados, presentes e futuros de todos os seres que fomos, somos e ainda seremos como consciências planetárias e terrestres. Os dois últimos portais são os pontos de conexão entre as estrelas.

Através da informação que flui destes portais podemos ter acesso a todos os nossos potenciais criativos, que são a expressão mais autêntica de nossa alma. Ao entrarmos conscientemente em sintonia com as qualidades irradiantes de nossa natureza fundamental e na medida em que a expressamos, podemos obter as respostas àquelas três clássicas perguntas que fazemos quando chegamos a determinado ponto no caminho do autodesenvolvimento: “Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou”? Como resultado deste esclarecimento interno podemos contribuir de forma mais eficaz para o desenvolvimento e conseqüente evolução pessoal e do planeta.

A Estrela da Terra: De Onde Vim? - A Estrela da Terra localiza-se 20 centímetros abaixo dos pés, no chacra da terra. É o portal que contém o registro de tudo o que vivenciamos e experimentamos por meio de uma consciência terrestre. Ele carrega a informação de nosso destino na Terra para esta vida atual. Isto representa o que viemos cumprir e aperfeiçoar no contexto do carma e dharma que geramos durante toda a nossa existência aqui neste planeta. O primeiro passo rumo ao autodesenvolvimento é através do contato com a energia vermelha. A consciência deve fixar-se na terra, neste planeta que escolhemos para viver e evoluir. Na medida em que há um aprofundamento da experiência na energia vermelha, adquirirmos sabedoria no plano da Terra.

A energia vermelha do primeiro chacra é uma energia de ancoragem e está associada, principalmente, a questões de sobrevivência e preservação da linhagem genética, por isso é a energia que nos mantêm vivos, que impulsiona a reprodução da vida e que, pelo mesmo motivo, nos faz traçar metas e alcançar objetivos. Não foi à toa que Osho, em sua grande sabedoria, criou as meditações ativas. Como entrarmos em um estado de relaxamento consciente sem antes termos consciência de que nosso corpo é um poderoso manancial energético e criativo?

Ao nos aprofundarmos na experiência terrena, temos a oportunidade de ampliarmos nossa consciência pelo despertar da energia rosa, que é a energia vermelha, a qual, paulatinamente, vai se iluminando e tornando-se sutil. Esta energia nos traz a consciência do amor mais desinteressado e uma motivação de vida mais altruísta, já que as questões de sobrevivência vão deixando de ocupar o primeiro plano. É bom lembrar que esse deslocamento de consciência começa a ocorrer na medida em que somos totalmente preenchidos em nossas necessidades básicas, pois não podemos dar aquilo que não possuímos.

O amor que estendemos ao próximo nada mais é do que a extensão do amor e respeito que sentimos por nós mesmos. A vontade de ajudar o próximo, de contribuir para a evolução do planeta, deve ser uma motivação natural, fruto do amor e responsabilidade que cultivamos em nós. Não temos qualquer obrigação de fazer qualquer coisa a não ser que seja consequência de um estímulo interno.

Mas, antes disso, ame-se, cuide-se, corra atrás de seus objetivos por mais egoístas que sejam (saudáveis claro...), divirta-se muito e aproveite a vida o máximo que puder. Você perceberá que aos poucos não se contentará e não se conformará em ser feliz sem que outros também se sintam assim, aí começará a olhar para o outro com consciência. É o vermelho se iluminando e tornando-se rosa...

Nesse processo de ancoração da consciência na terra começamos a sentir que pertencemos a esse planeta, onde nos movemos e temos o nosso ser. E, apesar de muitos de nós sermos almas com experiências em outros planetas e sistemas solares, neste exato momento nosso corpo físico faz parte do grande corpo de Gaia - a nossa Terra - e é aqui que escolhemos desenvolver a consciência, portanto, ainda que sintamos que nossa origem é estelar (De onde Vim?), nossa consciência deve focar-se neste lindo planeta que também se ilumina enquanto evoluímos. E ainda que possamos ter a “cabeça nas estrelas”, nossos pés devem estar ancorados (e bem ancorados) na Terra. Nesse movimento permitimos que a energia rosa gradualmente se eleve e toque a Estrela da Encarnação.

A Estrela da Encarnação: Quem sou? - Esta estrela situa-se na região entre o 2º e o 3º chacras, dois dedos acima do umbigo, dois dedos para dentro. É descrita como um resplandecente diamante situado no centro do nosso ser, na região dourada. A Estrela da Encarnação é preenchida pelas cores da aura verdadeira que são compostas pela cor da alma, a qualidade irradiante de nossa essência, e pela cor da personalidade, que é formada a partir da combinação da linhagem genética de nossos pais.

A combinação de ambas as cores revela o potencial da missão que escolhemos na encarnação atual. Onde lemos missão, leia-se o conjunto de qualidades, talentos e dons que escolhemos desenvolver e compartilhar nesta vida. Compreenda que a nossa única missão é exercermos nossos dons e talentos, aptidões que aprimoramos durante a jornada de nossa alma e que, por expressarem a nossa essência, permitem que sejamos co-criadores do Universo com as ferramentas internas de que melhor dispomos.

Assim sendo, o Universo, ou Deus, como preferirem, não nos impõe nenhuma missão. Nós escolhemos a nossa “missão” e o Universo responde a ela criando as melhores condições para que possam ser executadas. Através do espelhamento de nossas criações e no reconhecimento de que originam-se a partir da motivação de nosso ser interno é que vamos nos descobrindo: Quem sou?

Este portal é ativado quando finalmente escutamos as necessidades mais profundas de nossa alma e a elas damos atenção. Quando reconhecemos e aceitamos essas necessidades sem julgamento, apenas respondendo amorosamente, estamos colocando o amor incondicional (por nós mesmos) em prática. Quando estamos dispostos a nos amarmos e aceitarmos plenamente assim como somos, passamos a não depender de reconhecimento externo para condicionar o nosso bem-estar interno. Neste processo de cultivar o amor interno e compartilhá-lo com o semelhante, começamos a ativar a Estrela da Encarnação e a acessar toda a sabedoria da alma contida nesta Estrela.

A energia do amor é a energia que impulsiona a Alma. Sem amor não há como reconhecermos nossa verdadeira essência, e sem entrarmos em contato com a essência não podemos nos sintonizar com nosso verdadeiro propósito, isto é, aquele que está em sintonia com a própria alma.

Esmeralda do Coração: Abertura amorosa - Ao mesmo tempo em que levamos o amor e a atenção à Estrela da Encarnação, à área dourada localizada no hara, começa-se a desabrochar a “rosa” do coração. Este portal, localizado no chacra cardíaco, é um ponto luminoso também chamado de Esmeralda do Coração. Este é um ponto chave de conexão entre as estrelas que estão abaixo do cardíaco e a que esta acima.

Ao ativarmos a energia verde-esmeralda do chacra cardíaco, através da energia rosa do amor incondicional, sentimo-nos conectados com tudo ao redor e assim a sincronicidade começa a operar em nossas vidas. Aquela sensação de estar no lugar certo, no momento certo, fazendo o que desejamos, começa a se tornar realidade.

Começamos a perceber que não há necessidade de fazermos qualquer esforço para obtermos o que almejamos, pois estamos no caminho certo e em sintonia com a nossa própria Verdade. No desabrochar deste processo começamos a compreender melhor a nossa missão e a forma de desenvolvê-la.

Ananda Khanda: Qual a minha missão? - O chacra ananda khanda, localizado do lado direito do peito, na altura da clavícula, é denominado de chacra da individuação e sua vibração é a energia turquesa. Este aspecto da consciência se traduz como a “expressão criativa do coração” e está associado ao processo de individuação da alma, aquela etapa evolutiva da vida em que começamos a nos perguntar: “Qual a minha verdadeira missão”? A ativação da energia turquesa torna a comunicação mais ampla, falando não só à mente, mas ao aspecto sentimental do ser expresso pela alma.

O turquesa também é a comunicação da sabedoria do espírito em sintonia com a sabedoria da alma, trazendo paz à comunicação interna. Neste momento passamos a ouvir e a comunicar a voz de nossa consciência superior acessada por meio da intuição. O contato com a energia turquesa faz soar a nossa vibração particular em ressonância com a Estrela da Encarnação. É o contato com a parte mais autêntica de nosso ser, o verdadeiro Eu, que se expressa de forma singular e criativa no mundo ao se conectar com a sua própria verdade interior. O acesso a essa profundeza do ser é feito pela conexão com a Esmeralda do Coração.

A Estrela da Alma: Para onde vou? - A Estrela da Alma localiza-se acima de nossa cabeça, na região magenta ou 8º chacra. Ao ativamos esta Estrela podemos ter acesso àquelas informações de todas as nossas existências nos mais diversos planetas, sistemas solares e galáxias, assim como acessarmos o potencial do ser plenamente realizado que viremos a ser. É o que se denomina de consciência monádica.
Ao acionarmos a Estrela da Alma, a energia magenta começa a descer pelo oitavo chacra, assim começamos a expressar o amor incondicional concreta e criativamente ao mesmo tempo em que também ativamos a energia turquesa através do chacra ananda khanda. A energia rosa sobe pelo chacra da terra e nutre a estrela da encarnação, encontrando-se com a magenta que desceu pelo oitavo chacra e passou pelo ananda khanda, no centro do Coração.

A consciência magenta é a consciência do amor divino e do amor colocado nas pequenas tarefas do dia-a-dia. Também simboliza o desejo pela perfeição e harmonia. Ao ativamos esta energia, acionamos mais ainda a Estrela da Encarnação e a Estrela da Terra, de forma que as três consciências ali contidas tornam-se uma só. Assim, as missões que desempenhamos como seres humanos, almas e mônadas, também se harmonizam e se fundem, o que significa que neste estágio nos tornamos seres plenamente realizados e passamos a funcionar como verdadeiros focos de consciência individualizada.

As Três Estrelas surgem simultaneamente no momento da concepção e as Estrelas da Alma e da Terra dão suporte ao desenvolvimento da Estrela da Encarnação. A energia amorosa estará sempre presente em todas as etapas de desenvolvimento da consciência, desde a ativação da Estrela da Terra, passando pela Estrela da Encarnação, Esmeralda do Coração, Ananda Khanda e Estrela da Alma.