Clique aqui

14 agosto 2017

Loja Frank Sherman Land comemora 20 anos


A Loja Maçônica Frank Sherman Land, do Oriente de Caicó, fará Sessão Magna Branca amanhã para comemorar os seus 20 anos de fundação.
A solenidade será realizada na Câmara Municipal de Caicó, às 19h30.
A Sessão Pública será prestigiada pelo Soberano Antônio Gomes, Grão Mestre do GORN, e também pelo Grão Mestre Adjunto, Sereníssimo José Ozair Pinto Filho.
O Irmão Antônio Gomes será o palestrante, e abordará o tema A Maçonaria e a Sociedade: o que podemos fazer juntos.
Ozair Pinto e Antônio Gomes estarão em Caicó
A Oficina trabalha no Rito Escocês Antigo e Aceito às terças-feiras em templo próprio, localizado na Rua Juarez Távora, 1403, Bairro Maynard.
A Loja é dirigida pelo Venerável Mestre José Maria Barros de Medeiros.
A fundação ocorreu no dia 20 de agosto de 1997, Dia do Maçom, e a regularização ocorreu no mês de novembro do mesmo ano, inicialmente como uma Loja DeMolay.
Inicialmente, pertencia à GLERN - Grandes Lojas do Rio Grande do Norte, e passou ao GORN - Grande Oriente do Rio Grande do Norte em 2007.

Agenda Maçônica - 14/8/2017

Hoje, segunda-feira, dia 14 de agosto de 2017, tem Sessão Maçônica nas seguintes Oficinas:


NATAL
- Loja Filhos da Fé nº 02, Rua Santo Antonio, 736 - Cidade Alta. R∴E∴A∴A∴
- Loja Fraternidade de Ponta Negra nº 19, Av. Praia de Muriú, 260 - Ponta Negra. R∴E∴A∴A∴


MOSSORÓ
- Loja João da Escóssia nº 09, Rua Felipe Camarão, 23, Bairro Doze Anos. R∴E∴A∴A∴


CEARÁ-MIRIM
- Loja Princesa dos Canaviais, nº 22, Rua Santa Teresinha, 80, Conjunto Luiz Lopes Varela. R∴E∴A∴A∴

13 agosto 2017

Oriente Eterno

Faleceu, no início desta manhã, o Grande Inspetor Geral da Ordem, Gr∴ 33, Ir∴ Valderi Paula.
Ele era integrante do Quadro de Obreiros da Loja Maçônica João da Escóssia, Oriente de Mosoró. 
O corpo do Ir∴ Valderi está sendo velado no Salão Lauro da Escóssia.
O sepultamento, precedido de ritual maçônico, ocorrerá às 16h00 no cemitério São Sebastião.
O GORN manifesta suas condolências e voto de pesar a todos os familiares, amigos e IIr∴ de Valderi Paula, rogando ao GADU∴ que os console.

GORN outorga título de Benfeitora

Soberano Antonio Gomes e comitiva prestigiaram evento
Loja Hegésippo Reis de Oliveira
completou 50 anos de fundação

Ontem, durante a Sessão Magna Branca que comemorou os 50 anos de fundação da Loja Hegésippo Reis de Oliveira, o Grão Mestre do Grande Oriente do Rio Grande do Norte - GORN, Irmão Antônio Gomes, publicou decreto outorgando àquela Oficina o título honorífico de Benfeitora.
A honraria premia os 50 anos de bons serviços prestados à Maçonaria e ao povo do Rio Grande do Norte.
Além do Soberano, o Sereníssimo Grão Mestre Adjunto José Ozair Pinto filho prestigiou o ato, acompanhado de Grandes Secretários e Conselheiros da Potência, Veneráveis Mestres e comitivas de obreiros de várias Lojas Maçônicas, cunhadas e convidados.
A Sessão teve como convidado especial o professor Anderson Paiva Cruz, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, que falou sobre o tema As Contribuições do Instituto Metrópole Digital para o Desenvolvimento do Rio Grande do Norte.
Depois da exposição, ele recebeu Diploma de Honra ao Mérito ofertado pela Loja, que tambem agraciou Irmãos Maçons e cunhadas com a Medalha Hegésippo Reis de Oliveira, pelos trabalhos ofertados à Ordem e à Loja no último ano.
Depois da solenidade, foi oferecido um jantar aos convidados no Salão de Banquetes da Loja.
História - A Loja foi fundada por nove Irmãos, que já descansam no Oriente Eterno: Mário Vilar de Melo, Olivério Mavignier de Noronha, Antonio Vicente de Brito Filho, Rômulo Charles Wanderley, Plácido Pinheiro de Araújo, Abel Jacob de Medeiros, Djanirito de Souza Moura, Adriel de Souza Lima e João Lucas Vieira.
O marco inicial da fundação ocorreu no Salão de Banquetes da Loja 21 de Março e, por sugestão do Irmão Antonio Vicente Filho, a nova Oficina foi denominada de Hegésippo Reis de Oliveira.
O patrono da Loja era paraense, mas se instalou em Natal ainda criança.
Cresceu e casou com Zulmira Oliveira.
Era classificador de algodão, profissão de muito relevo na época em que o Rio Grande do Norte era o maior produtor brasileiro do chamado ouro branco.
Hegésippo Reis de Oliveira faleceu em 1963.
O Blog do GORN acompanhou a Sessão e publica algumas fotos do evento:
 
 
 
 
 
   


12 agosto 2017

Loja Hegésippo Reis de Oliveira comemora 50 anos hoje


A Aug∴ e Resp∴ Loj∴ Simb∴ Hegésippo Reis de Oliveira nº 10, uma das mais tradicionais Oficinas Maçônicas do Rio Grande do Norte, fará Sessão Magna Pública hoje, em comemoração ao seu aniversário de 50 anos de fundação.
Seus trabalhos foram iniciados no dia 12 de agosto de 1967.
Atualmente a Loja é dirigida pelo Irmão Francisco de Assis Batista Junior, e trabalha no Rito Escocês Antigo e Aceito, com reuniões regulares às terças-feiras, na Rua Presidente Quaresma, 1119 - Lagoa Seca, em Natal.
O Soberano Irmão Antonio Gomes, Grão Mestre, e o Sereníssimo Irmão José Ozair Pinto Filho, Grão Mestre-Adjunto, participarão da Sessão, que começa às 20h00.
Delegações de várias Lojas confirmaram presença na Sessão Magna.
Durante a Sessão Magna, a Loja receberá oficialmente o título de Benfeitora, pelos 50 anos de bons serviços prestados à Maçonaria e ao povo do Rio Grande do Norte.
E passará a ser oficialmente identificada como Aug∴ e Benf∴ Loj∴ Simb∴ Hegésippo Reis de Oliveira nº 10.

Porque a vaidade é um vício - Parte 1

Juliana Santin

“Vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.” (Eclesiastes)

Procurando algo na internet dia desses, deparei-me com postagens sobre contos de Machado de Assis e comecei a lê-los, um seguido do outro. Escrevi certa vez que um livro é clássico quando pode ser lido em qualquer época e continua absolutamente atual. Bem, não preciso nem dizer que Machado de Assis é um dos mais clássicos dos clássicos.
O conto O Espelho me levou a pensar na questão da aparência versus mundo interno, ou seja, o “eu” que os outros veem e o “eu verdadeiro”, aquele que está dentro de mim. O conto é curto e genial. Assim, minha sugestão é: leia. Leia logo, o quanto antes. Ele é de Domínio Público, podendo ser lido gratuitamente.
O conto fala sobre um homem que acreditava que somos feitos de duas almas, “uma que olha de dentro para fora, outra que olha de fora para dentro…”. A alma que olha de dentro para fora seria nosso “eu interior” e a que olha de fora para dentro seria a forma como os outros nos veem, o personagem que criamos, a imagem – o perfil nas redes sociais, talvez…
No conto, o homem era pobre e quando foi nomeado alferes da Guarda Nacional, muita coisa mudou para ele. O posto militar lhe trouxe um reconhecimento externo, um status, que ele não tinha antes. Ele passou a ser visto pelos outros como alferes. E eis que as duas almas que ele considerava como duas metades da mesma laranja tornam-se apenas uma.
“O alferes eliminou o homem. Durante alguns dias as duas naturezas equilibraram-se; mas não tardou que a primitiva cedesse à outra; ficou-me uma parte mínima de humanidade. Aconteceu então que a alma exterior, que era dantes o sol, o ar, o campo, os olhos das moças, mudou de natureza, e passou a ser a cortesia e os rapapés da casa, tudo o que me falava do posto, nada do que me falava do homem. A única parte do cidadão que ficou comigo foi aquela que entendia com o exercício da patente; a outra dispersou-se no ar e no passado”.
Fico imaginando que “a cortesia e os rapapés da casa” hoje em dia se traduzem em curtidas, compartilhamentos, comentários e visualizações nos nossos perfis em redes sociais; ou em reconhecimentos públicos, entrevistas, alguma aparição na mídia ou momentos de fama instantânea; ou ainda privilégios que essa carcaça externa que vestimos muitas vezes nos proporciona, como tratamento diferenciado por se apresentar como médico, por exemplo.
E a “parte mínima de humanidade” acaba absolutamente sombreada e raquítica por trás dessa nossa “patente”, dessa nossa máscara, dessa nossa imagem, dessa nossa “alma exterior” que depende totalmente dos olhos dos outros.
No entanto, o conto continua. Devido justamente a esse novo status alcançado, foi convidado por uma tia a passar uns dias em sua fazenda e foi presenteado com um espelho por ela. Por motivos que não vou contar aqui, para não estragar a leitura do conto, ele se vê totalmente sozinho na fazenda por uns dias e perde completamente sua identidade. Ao se olhar no tal espelho, não consegue mais ver sua imagem nítida. Ele via apenas um borrão. O problema somente se resolve quando ele decide vestir a farda novamente. Com a farda, ele volta a se reconhecer no espelho; voltara a ser o alferes.
O conto termina assim e nós ficamos com aquela sensação incômoda no estômago.

Leia Porque a vaidade é um vício - Parte 2 

Publicado originalmente no blogue O Ponto Dentro do Círculo

Porque a vaidade é um vício - Parte 2

Juliana Santin

“Vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.” (Eclesiastes)

O psiquiatra Flávio Gikovate chamaria essa tal alma exterior de Machado de Assis de vaidade, e a alma interior de autoestima. Ele escreveu certa vez um livro que classificava a vaidade como “o vício dos vícios”. Segundo comentário feito por ele mesmo certa vez, o livro foi um dos que teve pior resultado em vendas. Tanto que está disponível para download gratuito em seu site (mais um livro gratuito recomendado).
As pessoas não se interessaram em ler sobre vaidade, provavelmente porque esse é, realmente, um dos vícios mais humanos, demasiado humano, de todos. A vaidade é mãe da inveja. Gikovate classificava a vaidade como um prazer erótico que sentimos ao perceber que nos destacamos de alguma maneira do restante do grupo, seja por questões materiais, intelectuais, físicas.
Gikovate dizia que todos nós sentimos um certo incômodo, um certo vazio, uma angústia, que está relacionado a inúmeras dúvidas que temos a respeito de nós mesmos, bem como à constatação de nossa insignificância. “A sensação de abandono e de insignificância que resta é, em certo sentido, insuportável”.
Assim, usamos diversos subterfúgios para amenizar esses vazios que sentimos diante da crueza da vida humana e de suas inúmeras tragédias e a vaidade é um deles. Sabemos que somos insignificantes no Universo e, dessa forma, a busca por um destaque individual dentro do grupo social nos gera esse prazer.
No entanto, ele classificou a vaidade como vício porque “o prazer que sentimos é sempre de natureza efêmera; precisamos de novas coisas para que a sensação se repita. Precisamos de cada vez mais coisas para sentirmos a mesma emoção; é como se fosse um vício no qual vamos nos afundando cada vez mais.”
Dessa forma, quando perdemos o “status” – que, no caso do livro, era o de alferes, mas pode ser status de médico, advogado ou ator, muito dinheiro, muita beleza, muita inteligência, uma família perfeita, ou até mesmo uma aparente ausência de vaidade, que também é uma maneira de se destacar, já que o ‘despojado’ quer parecer assim e isso lhe causa igual prazer – “perdemos ‘importância’ e isto nos remete à insignificância”, que ele diz que evitamos a todo momento de pensar;
“Podemos dizer que se o atenuador do desconforto psíquico for apenas um paliativo e de duração temporária, nossa dor voltará a surgir de uma hora para outra e de forma cada vez mais intensa”, disse o Gikovate.
Ele, no entanto, afirma que não há como nos livrarmos da vaidade, que é uma condição humana. O que temos que fazer é nos esforçar para nos livrar da vaidade como vício, percebendo como ela funciona e tentando sempre atuar no caminho do bom senso, o que “não é nada fácil, especialmente para nós que não fomos treinados para esta tarefa; fomos educados para valorizarmos os exageros, os extremos, confundidos com a noção de destaques, de sucesso.”
Não é fácil, mas é o caminho. Exige esforço e um certo desapego de nossa parte, mas traz como recompensa um espelho nítido, mais fiel à nossa “alma interna”e bem menos dependente dos olhos, aplausos e curtidas dos outros.

Leia Porque a vaidade é um vício - Parte 1

Publicado originalmente no blogue O Ponto Dentro do Círculo

11 agosto 2017

À Glória do Grande Arquiteto do Universo!

Loja Vale do Apodi é reconhecida 
como entidade de utilidade pública

A Câmara Municipal de Apodi aprovou a concessão do Título Municipal de Utilidade Pública para a Loja Maçônica Vale do Apodi, jurisdicionada ao Grande Oriente do Rio Grande do Norte-GORN, durante a sessão ordinária realizada ontem, 10 de agosto.
Na mesma oportunidade, os vereadores também aprovaram a criação do Dia Municipal do Maçom, também por unanimidade.
As duas propostas foram apresentadas pelo vereador Gilvan Alves, que é Maçom e filiado à Loja Vale do Apodi.
"É um reconhecimento até tardio, porém justo e perfeito, pois trata-se de uma instituição que há 37 anos ininterruptos, realiza trabalhos filantrópicos e filosóficos para o desenvolvimento social do município de Apodi!", disse o Irmão Gilvan Alves.
O Venerável Mestre Josivan Alves disse que a aprovação dos projetos mostra a força e a tradição da Loja do Apodi, pelo trabalho prestado ao povo apodiense.
Os projetos serão encaminhados ao Poder Executivo para sanção do prefeito.
Com informações do blogue Maçonaria Apodi

Acácia do Seridó ajudou na restauração de relógio da Igreja de N S da Guia, em Acari

Igreja de N S da Guia, em Acari, recebeu relógio de volta
O relógio da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Guia, em Acari, voltou a funcionar desde sábado passado, graças a uma iniciativa dos Irmãos da Loja Maçônica Acácia do Seridó.
O equipamento estava danificado, sem funcionar, e foi retirado no dia 26 de dezembro do ano passado para ser feito o reparo.
O relógio foi doado em 1926 pelos fazendeiros de Currais Novos Cipriano Galvão e Francisco de Oliveira Gomes.
Nestes 91 anos de funcionamento, ele apresentou alguns problemas e teve o seu funcionamento interrompido em várias ocasiões.
O Irmão Plínio de Brito Dantas, hoje Venerável da Acácia do Seridó, tomou a frente dos trabalhos de recuperação do relógio, ao lado do sobrinho Petrus Dantas, e, quase oito meses depois de sua retirada, ele foi reinstalado na torre esquerda da Matriz, para quem vê de frente à igreja.
"É visível no semblante das pessoas de Acari a satisfação pela recuperação do relógio", disse o Irmão Plínio, creditando o entusiasmo do povo ao padre Fabiano Dantas, pároco local, que na novena de abertura da Festa fez um reconhecimento público ao trabalho da Maçonaria pela restauração.
Na próxima semana, a Loja Acácia do Seridó estará completando 19 anos de fundação, e o padre Fabiano será o palestrante da ocasião.
Ele falará sobre o tema Jesus, o Mestre dos Mestres.

Agenda Maçônica - 11/8/2017

Hoje, sexta-feira, dia 10 de agosto de 2017, tem Sessão Maçônica nas seguintes Oficinas:


NATAL
- Loja Clementino Câmara nº 07, Rua Forte dos Reis Magos, 1173 - Dix-Sept Rosado - R∴E∴A∴A∴
- Loja Cavaleiros de Aço nº 30, Rua Antonio Basílio, 3503 - Lagoa Nova - R∴E∴A∴A∴


ACARI
- Loja Acácia do Seridó nº 25, Largo do Gargalheiras, s/n - R∴E∴A∴A∴